Museóloga que caiu de 3º andar de prédio sofria de depressão e pediu demissão

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Reprod.

Jovem depressão / Folhamax

Imagem ilustrativa

Uma museóloga de 31 anos, que não será identificada, morreu após cair do 3º andar de um prédio, localizado no bairro Jardim Aclimação, em Cuiabá. A fatalidade aconteceu na noite de sexta-feira (14). Conforme depoimento anônimo recebido pelo GD, a mulher sofria de depressão e teria deixado o trabalho recentemente no Museu de Arte Sacra de Mato Grosso. 

Ela passava por um momento muito difícil em sua vida e enfrentava ainda o luto do pai. Ainda de acordo com o relato, a museóloga foi colaboradora do Museu de Arte Sacra, de Cuiabá.

Ela teria deixado o emprego por suposto constrangimento e outros funcionários também teriam enfrentado o mesmo problema.

Apesar de não ter provas formais, o denunciante solicita que o caso seja apurado e as autoridades envolvidas informadas.

Diversas instituições prestaram condolências à museóloga. A Universidade Federal de Ouro Preto, por exemplo, onde a mulher foi aluna, fez suas homenagens. “A comunidade acadêmica se solidariza com familiares e amigos”, diz trecho.

Outro lado

A reportagem entrou em contato com a direção do Museu de Arte Sacra. Conforme a diretora, Viviane Lozzi, a museóloga tinha contrato terceirizado. Ela começou a prestar serviço de consultoria em dezembro, no entanto, pediu desligamento em 16 de abril.

A ex-colaboradora solicitou o afastamento, pois iria passar pelo processo de troca de medicamento para depressão. O museu tinha conhecimento do estado de saúde da museóloga. “O tratamento era de nosso conhecimento e fomos flexíveis com ela”, afirma.

O Museu reforça ainda que irá apurar o caso e responder o autor do relato. Eles também prestaram homenagens à ex-colaboradora. “A equipe do Museu de arte Sacra de Mato Grosso externa nossos sentimentos aos familiares e amigos”, publicaram.

A reportagem também entrou em contato com a Secretaria de Estado de Cultura, mas até o fechamento desta matéria, não obteve resposta. Assim que encaminhada à redação, será acrescentada.

Ajuda

Uma das portas para ser ouvido é o Centro de Valorização da Vida (CVV), que realiza apoio emocional e prevenção ao suicídio. O CVV atende voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por meio do telefone 188, email e chat 24 horas todos os dias. Mais informações https:// www.cvv.org.br/.

 

Via: Folha Max

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